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Resenha: O Tatuador de Auschwitz, Heather Morris

02 outubro 2020

Oi pessoal tudo bem?

Participei de uma leitura coletiva do livro O Tatuador de Auschwitz, uma leitura com muita reflexão e baseada em fotos reais, o livro ele conta como foi para o personagem real Lale Sokolov  e Gita Fuhmannova, judeus eslovacos seus dias no campo de concentração de Auschwitz.
O livro é emocionante.


O Tatuador de Auschwitz

Baseado na história real de um amor que desafiou os horrores dos campos de concentração.

Heather Morris

A incrível história, baseada em fatos, de um amor que os cruéis muros de Auschwitz não foram
capazes de impedir
Nesse romance histórico, um testemunho da coragem daqueles que ousaram enfrentar o sistema da Alemanha nazista,
o leitor será conduzido pelos horrores vividos dentro dos campos de concentração da Alemanha nazista e verá que o
amor não pode ser limitado por muros e cercas.
Lale Sokolov e Gita Fuhrmannova, dois judeus eslovacos, se conheceram em um dos mais terríveis lugares que a
humanidade já viu: o campo de concentração e extermínio de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial. No
campo, Lale foi incumbido de tatuar os números de série dos prisioneiros que chegavam, trazidos pelos nazistas
– literalmente marcando na pele das vítimas o que se tornaria um grande símbolo do Holocausto. Ainda que fosse
acusado de compactuar com os carcereiros, Lale, no entanto, aproveitava sua posição privilegiada para ajudar outros
prisioneiros, trocando joias e dinheiro por comida para mantê-los vivos e designando funções administrativas para
poupar seus companheiros do trabalho braçal do campo.
Nesse ambiente, feito para destruir tudo o que nele tocasse, Lale e Gita viveram um amor proibido, permitindo-se viver
mesmo sabendo que a morte era iminente.
ISBN-10: 8542215699
Ano: 2019 / Páginas: 240
Idioma: português
Editora:
Planeta

Quando pegamos o livro na mão, de imediato vamos lembrar dos campos de concentração e os uniformes listrados que os judeus era obrigados a usar. A própria capa do livro nos trás isso.
Não é um livro grosso, ele tem cerca de 240 páginas, 28 capítulos, dois epílogos, contando sobre Lale e um posfácio. O livro tem diagramação simples, não existe nada de diferente nele, apenas o conteúdo que deixa o leitor emocionado.

Leitura Coletiva: O Tatuador de Auschwitz, Heather Morris

08 setembro 2020

Oi amores tudo bem?

Hoje vou falar de uma Leitura Coletiva que estou participando, do livro O Tatuador de Auschwitz, me convidaram pelo IG do blog (segue lá @bloginthesky), fiquei pensando se iria participar ou não, li a sinopse do livro e gostei bastante. Acabei aceitando o desafio!

O livro ele relata a história de Lale e Gita que acabaram se conhecendo num Campo de Concentração, o amor deles era evidente e lindo. Lale sabia que sair daquele local era algo que fugia da realidade. E no meio de tanto dor e desesperado, eles tentaram viver algo bom. Lale era responsável por tatuar número dos judeus que chegavam e aproveitava de alguma forma da posição que tinha para ajudar os outros.
O livro é lindo, estou quase terminando a leitura. Me envolvei muito na leitura. A história é baseada em fatos reais, o que me atraiu bastante.

O Tatuador de Auschwitz

Baseado na história real de um amor que desafiou os horrores dos campos de concentração.

A incrível história, baseada em fatos, de um amor que os cruéis muros de Auschwitz não foram
capazes de impedir
Nesse romance histórico, um testemunho da coragem daqueles que ousaram enfrentar o sistema da Alemanha nazista,
o leitor será conduzido pelos horrores vividos dentro dos campos de concentração da Alemanha nazista e verá que o
amor não pode ser limitado por muros e cercas.
Lale Sokolov e Gita Fuhrmannova, dois judeus eslovacos, se conheceram em um dos mais terríveis lugares que a
humanidade já viu: o campo de concentração e extermínio de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial. No
campo, Lale foi incumbido de tatuar os números de série dos prisioneiros que chegavam, trazidos pelos nazistas
– literalmente marcando na pele das vítimas o que se tornaria um grande símbolo do Holocausto. Ainda que fosse
acusado de compactuar com os carcereiros, Lale, no entanto, aproveitava sua posição privilegiada para ajudar outros
prisioneiros, trocando joias e dinheiro por comida para mantê-los vivos e designando funções administrativas para
poupar seus companheiros do trabalho braçal do campo.
Nesse ambiente, feito para destruir tudo o que nele tocasse, Lale e Gita viveram um amor proibido, permitindo-se viver
mesmo sabendo que a morte era iminente.

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Helana O'hara

Sobre o Autor"Sou tímida, quem diria, e me sinto desconfortável no meio de muita gente. Não sei ter relações meramente sociais: fico amiga ou não fico nada, o tititi mundano está acima de minhas capacidades. Adoro estar nos lugares, olho tudo, sou curiosa, gosto de ouvir o que as pessoas dizem, mas, quando elas são muitas, eu preferia ser uma mosca.” {Danuza Leão} Petites Artesanato em Feltro – Mídia Kit