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Quarta Literária {4}

07 setembro 2011

Recebi um lançamento bem legal da Landmark.


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 O MORRO DOS VENTOS UIVANTES – WUTHERING HEIGHTS


Edição Bilíngue – Português/Inglês.
BROCHURA – 16CM X 23CM ° 304 PÁGINAS – TRADUÇÃO DORIS GOETTEMS
2011 ° Literatura Inglesa - Romance
ISBN 978-85-8070-003-9
Preço: R$ 25,00

O Morro dos Ventos Uivantes foi publicado em 1847 através do pseudônimo Ellis Bell. Hoje considerado um dos grandes clássicos da literatura universal, caracteriza-se como uma grande história de amor amaldiçoado e de vingança, e visto como a mais intensa história de amor já escrita na língua inglesa, tendo recebido fortes críticas quando de sua publicação no século 19.

Um ano antes de seu lançamento, as três irmãs Brontë - Charlotte, Emily e Anne - haviam publicado uma coletânea de poemas sob o nome de “Currer, Ellis e Acton Bell”. Nos círculos literários ingleses era crença generalizada que as “Irmãs Brontë” e os “Irmãos Bell” fossem as mesmas pessoas. No entanto, o simples crédito deu margem a controvérsias: qual das irmãs Brontë seria qual dos irmãos “Bell?
Correntes de críticos afirmavam que os três pseudônimos pertenciam na realidade à Charlotte Brontë; outros sugeriam que os demais pseudônimos “Bell” não se relacionavam com nenhuma das irmãs, e se referiam a seu Irmão, Branwell. Críticos da época reagiram com indiferença a “O MORRO DOS VENTOS UIVANTES”, comparando-a desfavoravelmente com “Jane Eyre”, de Charlotte Brontë, enquanto outros achavam o livro excessivamente mórbido e violento. Finalmente, a reavaliação crítica gradual encabeçada pela própria Charlotte resultou no reconhecimento do gênio de Emily e na aceitação de «O MORRO DOS VENTOS UIVANTES» como uma obra-prima singular, representando um distanciamento radical da tradição vitoriana de romance, uma vez que - é fortemente influenciado pelo estilo de lorde
Byron e Percy Shelley, em suas poesias, e pelo ar gótico e rebuscado de Horace Walpole (autor do primeiro romance gótico “O Castelo de Otranto”) e por Mary Shelley (autora de “Frankenstein” e “O Último Homem”).

O MORRO DOS VENTOS UIVANTES possui características ímpares diante de seus contemporâneos: enquanto outros se baseavam em ações complexas, geralmente tortuosas, sua estrutura dramática é resultado do choque de vontades, através de uma rica mistura de romantismo e realismo, transbordando de paixão, turbulência e misticismo.

Para saber mais sobre Emilie Brontë.


Já fiz uma resenha do livro, vocês podem ler aqui. Resenha - O Morro dos Ventos Uivantes.
Eu particularmente não gostei do livro. Não faz meu gosto literário.
Mas por outro lado é um clássico, sendo assimclássicos não podem ficar de fora!.

O Morro dos Ventos Uivantes.

07 janeiro 2011

O Primeiro post do ano, vai para um livro que quis muito ler o ano de 2010 todinho e me decepcionei muito.
Todos que leram o livro, adoraram, acharam a estória maravilhosa
(sim, de fato é linda, não nego) e uma grande estória de amor.
Mais creio que faltou emoção, fica aí, bem aí, minha grande decepção com o livro.

O Morro dos Ventos Uivantes.
De: Emily Brontë
Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. "Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff", diz a apaixonada Cathy.

Primeiramente quero deixar claro que achei o livro confuso.
(E de livros confusos entendo bem. Posso citar um bom exemplo de livro confuso: aqui).
E segundo, parado demais. Um romance como O Morro dos Ventos Uivantes, no meu ponto de vista, necessita de emoção, de ação. Coisa que procurei no livro e não achei. Algumas partes dele, principalmente no começo do livro e quando Heathcliff volta já adulto tive que reler novamente.
...

Toda a estória do livro, com algumas poucas excessões é contada por uma governanta chamada
Ellen Dean, na propriedade Granja da Cruz dos Tordos, em Gimmerton, Yorkshire, Inglaterra.
Quando o patriarca da família faz uma viagem, em sua volta, ele trás consigo um orfão que todos acreditam ser um cigano.
Toda a afeição que o pai logo demonstra pelo menino enciuma seu filho legítimo,
Hindley, que acha que está perdendo a afeição do pai para o menino. Sua irmã, Catherine, se afeiçoa por Heathcliff.
Quando os pais de Hindley e Catherine morrem, Hindley sujeita Heathcliff a várias humilhações, e ele por sua vez apesar de odiar Hindley, faz tudo a ele de cabeça baixa.
Catherine e Heathcliff se amam, mais a moça aparentemente sente vergonha dele, por ser pobre, sempre está mal vestido. Em uma moça que a moça conversa com Ellen na cozinha, Heathcliff escuta que a mesma vai se casar com outro homem apenas pelas condições financeiras. Então ele vai embora, deixando Catherine aflita.
Anos depois ele volta,
(Uma das melhores partes do livro é a volta de Heathcliff), adulto, bonito, rico, bem vestido e forte chamando a atenção de Ctherine e despertando ciúmes em seu marido.
A grande parte do livro gira em torno da vingança de Heathcliff, ele se casa, a esposa o abandona, o rapaz se torna um homem frio por todas as humilhaões que passou na vida.
....
Eu discordo de muitas passagens do livro. Em principal essa sede de vingança que Heathcliff têm.
Apesar de confuso o livro, não tem como não se tocar quando Catherine morre, foi a única parte que senti que Heathcliff queria recuperar todo aquele amor que ambos sentiam um pelo outro.

Não gostei muito do livro. Esperei muito mais dele.
Mas ainda continua sendo uma grande estória de amor.
Vou voltar a ler ele em breve para ver se pego o gosto.