Resenha: Cuco, Julia Crouch

29 setembro 2012



Oie galera, finalmente consegui terminar de ler o Cuco, antes que tudo quero deixar avisado que a partir da semana que vem provavelmente vou ter que diminuir meu ritmo de leitura. Estou com muito serviço e tenho trabalhando um pouco a noite. Ou seja, o número de resenhas vai diminuir um pouco.

Vamos ao que interessa!
Meus leitores sabem que não faço resenha de livros que não gosto. Principalmente pela quantidade de resenhas em outros blogs mal feitas que existem por ai. Se não sabe fazer uma resenha negativa não faça.
Porém o Cuco me deixou com muitas dúvidas, não sei definir se gostei exatamente dele ou não – isso já aconteceu também com Ame O Que é Seu.
Vou tentar descrever um pouco do que senti lendo, ok?

Cuco - O primeiro erro foi convidá-la para entrar... - Julia Crouch


Polly é a mais antiga amiga de Rose. Então quando ela liga para dar a notícia que seu marido morreu, Rose não pensa duas vezes ao convidá-la para ficar em sua casa. Ela faria qualquer coisa pela amiga; sempre foi assim. Polly sempre foi singular — uma das qualidades que Rose mais admirava nela — e desde o momento em que ela e seus dois filhos chegaram na porta de Rose, fica óbvio que ela não é uma típica viúva. Mas quanto mais Polly fica na casa, mais Rose pensa o quanto a conhece. Ela não consegue parar de pensar, também, se sua presença tem algo a ver com o fato de Rose estar perdendo o controle de sua família e sua casa. Enquanto o mundo de Rose é meticulosamente destruído, uma coisa fica clara: tirar Polly da casa está cada vez mais difícil.
Edição: 1
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581630229
Ano: 2012
Páginas: 464
Tradutor: Tiago Novaes Lima

Rose é uma mulher casada. Tem duas lindas filhas, um marido que ama e mora em um vilarejo simples no interior da Inglaterra.
Em uma noite fria, descobre que Chrystos, marido de sua melhor amiga, Polly, ele morre, deixando ela e os dois filhos desamparados sem lugar para ficar. Rose que mora em uma casa grande, com espaço e uma espécie de casa de hospedes convida sua amiga para morar temporariamente por lá, até ajeitar-se.
Porém ela não tem ideia do problemão que está arranjando.

Ao buscar Polly no aeroporto, Rose já percebe que ela está diferente. Não se importa com as coisas, não tem noção do que faz ou deixa de fazer – isso fica bem evidente na leitura toda.
A vida de Rose começa a ficar um verdadeiro inferno por causa dela, começa a desconfiar do seu marido, dos amigos. Rose tem a sensação que Polly está sugando tudo que pertence a ela, inclusive seu marido – isso começa a ficar bem evidente quando “acidentalmente” Polly deixa a filha mais nova da amiga mal no hospital.

O livro ainda relata como elas se conheceram, como Polly conheceu seu marido, a relação delas na época da faculdade e voltando no que disse anteriormente fica evidente que Polly não tem noção das coisas.

Julia Crouch detalhou demais o livro, deixando a leitura cansada em vários momentos. Quando cheguei à metade do livro minha vontade era de abandoná-lo e partir para outra leitura mais agradável.
Posso parecer chata, mas quando se trata de um thriller familiar que é o caso de Cuco é necessário que os acontecimentos sejam eletrizantes e não tão detalhados como autora faz. No meu ponto de vista ela pecou aí.
Não tenho dúvidas nenhuma que metade do livro poderia ser refeita.
Isso pra mim deixou a leitura desagradável e quando canso com facilidade do livro já não presto mais atenção em sua história.

Agora vocês me perguntam: Cuco é um bom livro?
Sim, é bom. Para aqueles que curtem um livro com bastante detalhes e ora meio enrolado, tenho certeza que ele é um prato cheio.
Vou esperar um tempo e pegar novamente, talvez o meu ponto de vista mude.

O que me fez terminar a leitura foi saber qual era a Polly na verdade. Apesar de cansativo valeu ler até a última folha viu? Por fim o livro ficou eletrizante nas últimas páginas.
Se você leu o livro compartilhe comigo, gostaria de saber sua opinião também.

Leia a resenha no SKOOB também.

Um comentário :

  1. Eu fiquei interessada em ler... sei q vou xingar essa Polly até. rsrs

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