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Resenha: O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas

20 fevereiro 2020

Alexandre Tiago

"As feridas morais têm essa particularidade: elas se escondem, mas não se fecham. Sempre dolorosas, prontas a sangrar quando tocadas, elas permanecem vivas e abertas no coração.”
Olá a todos! Começou o mês de fevereiro, um mês que é muito especial para mim, pois agora fevereiro de 2020 o Estante Artística completa 4 anos de existência. E para celebrar essa conquista vou compartilhar com vocês a minha resenha do livro "O Conde de Monte Cristo" do escritor francês Alexandre Dumas que nada mais é  meu livro favorito. Vamos conferir?

"O Conde de Monte Cristo" foi publicado originalmente entre 1844 e 1846 através de folhetim na França, país natal do autor do livro, Alexandre Dumas. Nele conhecemos a história do marinheiro Edmond Dantés que é preso injustamente, vítima de um complô.  Esse complô é formado pelo juiz de Villefort responsável pela sua prisão injusta, Danglers que desejava sua reputação e posto de capitão e pelo Fernand Mondego, catalão interessado em Mercedés, o amor da sua vida que foi tirado dele quando estava preso. Ele fica 14 anos preso e na prisão ele conhece Abade Faria que o treinará para artimar sua vingança contra o complô e sua fuga para se enriquecer e se tomar o conde de Monte Cristo.

Esse livro é gigantesco por ter muitas páginas mas é rico em conteúdo com uma narrativa que apesar de ser densa é tranquila e uma história fascinante do primeiro ao último capítulo. O livro é atemporal pois até o momento ele tem simplesmente 10 adaptações cinematográficas mostrando que o tema "Vingança" é muito presente o que faz nos refletir lições como que o mundo é cruel em muitas coisas mas ele dá voltas onde se antes você tinha uma fase de azar agora você vai ter uma fase de sorte e de valorizar a solidariedade onde devemos estar por perto de quem gosta da gente de verdade.
Além disso, esse livro é o meu livro favorito pois ele foi muito importante na minha formação como leitor. Li ele na minha adolescência onde peguei ele pela primeira vez em uma biblioteca e sou apaixonado pelo livro desde então.
Li e recomendo esse excelente livro. E vocês, já leram o livro "O Conde de Monte Cristo"? Comentem! Vamos conversar!


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Alexandre Tiago



"Meu nome é Alexandre Tiago, tenho 26 anos, sou um rapaz latino-americano, humanista, pacifista, estudante de Direito e dono do Instagram Cultural @blog.estante.artistica" {https://www.instagram.com/blog.estante.artistica/}mas que ama conversar, ouvir minha coleção de cds, ver filmes, ler livros e que busca fazer um traço entre a vida, os sonhos e a arte.

Resenha de Livro: Macunaíma, Mário de Andrade

08 maio 2019

Por Alexandre Tiago

Olá a todos!

Trago a vocês a resenha de um livro de literatura brasileira que é espetacular! Esse livro é "Macunaíma, o herói sem nenhum caráter" do Mário de Andrade!

Macunaíma, O Héroi Sem Nenhum Caráter

Mário de Andrade

Um texto indispensável para o Modernismo Brasileiro, Macunaíma, o herói sem nenhum caráter é um marco cobre a discussão acerca da identidade brasileira, discussão ainda fundamental no presente. Além disso, as inovações estéticas presentes nessa rapsódia e o conhecimento sobre a cultura brasileira dão a esse livro um lugar de destaque entre os clássicos da literatura brasileira.
ISBN-10: 8538067915
Ano: 2016 / Páginas: 144
Idioma: português
Editora: Ciranda Cultural


Macunaíma é uma obras pilares da primeira fase do Modernismo Brasileiro onde se utilizou de elementos culturais e folclóricos da cultura brasileira para expressar o seu caráter extremamente nacional nas obras onde podia mencionar culturas de outros países mas que devemos valorizar e respeitar a cultura do seu país de origem no caso mencionado a arte e a cultura do Brasil.

Por conta desse caráter a obra possui termos da cultura negra e indígena que para quem não está acostumado se perde um pouco mas não impede de ler uma grande história com uma excelente narrativa baseada na oralidade com grandes saltos territoriais e temporais e também com um personagem excêntrico. Macunaíma representa a marginalidade brasileira pois era negro, indígena e vivia longe dos grandes centros onde quando conhecia outras pessoas de outras etnias entrava em conflito.

Mas aí você me pergunta: porque é o herói sem nenhum caráter? Porque ele reapresentou para os modernistas a personalidade brasileira onde ele como ficava na marginalidade, ou seja, longe dos grandes centros e também porque ele representou a cultura da malandragem onde vemos que ele é tratado como preguiçoso, mentiroso e malicioso(Por isso a frase no início da resenha) onde vemos suas aventuras em que nos emocionamos e rimos(ri em muitas partes do livro) do seu jeito relaxado mas também da sua complexidade emotiva onde ele vivia de "brincar" com as índias e de aprontar quando choramingava.

O livro é uma forma bem legal de compreendermos e aprendermos a questão do jeito brasileiro, da complexidade social e cultural do Brasil, da valorização da cultura e do folclore do Brasil com seus diversos elementos históricos, ricos e culturais.

O livro é complexo mas é muito bom e eu recomendo! E vocês, já leram Macunaíma? Comentem! Vamos conversar!

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Alexandre Tiago
"Meu nome é Alexandre Tiago, tenho 25 anos, sou um rapaz latino-americano, humanista, pacifista, estudante de Direito e dono do Instagram Cultural @blog_estante_artistica" {https://www.instagram.com/blog_estante_artistica/}mas que ama conversar, ouvir minha coleção de cds, ver filmes, ler livros e que busca fazer um traço entre a vida, os sonhos e a arte.


Top5: Cinco clássicos que você poderia ler.

01 setembro 2013

Oi amores tudo bem? 
Para começar o mês de Setembro, reuni cinco clássicos da literatura que gosto muito e montei este post!

Gosto muito de clássicos.Inclusive tenho uma coleção de livros de Clássicos da Literatura da Editora Três Livros e Fascículos, é uma coleção de 1948, seus livros são brancos com capa dura – infelizmente não achei foto deles.
Os meus estão na casa da minha vó (guardados em cima da casa desde a enchente de 2011), preciso tira-lós de lá com urgência.


No geral, as pessoas não gosta de ler clássicos, justamente pela narrativa pesada e pelo português de época de difícil compreensão. Isso muitas vezes cansa a leitura e a gente acaba abandonando o barco. Acontece, é normal.
Mas creio que um pouquinho de paciência e um dicionário ao lado pode resolver um pouco do problema e o leitor acostumar-se com o linguajar utilizado neles.
Separei uma lista de livros que gosto muito que li, reli e recomendo
Vamos ao que interessa.
IMG00849     Dom Casmurro – Macbeth – Eurico O Prebítero – Memórias Póstumas de Brás Cubas – Os Miseráveis.


Outros: Editora Dracaena lança clássico de ficção científica

19 agosto 2012

Livro que deu origem ao personagem Buck Rogers é lançado pela primeira vez no Brasil.

Armageddon 2419 DC - Philip Francis Nowlan

Um homem jogado em uma guerra 500 anos à frente do seu tempo.
Quando saiu para supervisionar as minas subterrâneas naquele dia, o americano Anthony Rogers nunca imaginou como sua vida iria mudar drasticamente. Vítima de um desabamento, ele acaba desmaiando em meio a gases radioativos e acorda em pleno século 25. Sem conseguir explicar o que de verdade aconteceu, ele começa sua jornada em um mundo completamente diferente daquele que deixou para trás.
Uma realidade cheia de máquinas e tecnologias que ele nunca imaginou existir...


Embarque nesta aventura com Anthony, em uma terra cheia de perigos e contrastes.
Um lugar onde os Hans, a Raça Suprema do Oriente, comanda a tudo e todos com mãos de ferro e armamento pesado, destruindo sem piedade os que ameaçam seu domínio.
Nesta realidade, onde os americanos são caçados impiedosamente, você vai descobrir como Anthony Rogers terá um papel decisivo em uma guerra que não era dele, deixando assim de ser apenas um homem, para se tornar um verdadeiro herói.
Originalmente publicado em 1928, pela revista Amazing Stories, este clássico da ficção científica é inspiração constante para muitos escritores do gênero.
Foi uma das primeiras histórias a apresentar elementos muito utilizados pelos autores atuais, como cinturões antigravidade e armas com raios desintegradores.
E para os fãs da boa e velha ficção científica, uma dica: esta é a primeira aparição daquele que mais tarde seria conhecido como o grande herói Buck Rogers.


"Prefácio de Danilo Barbosa – Literatura de cabeça”.

Outros lançamentos:

Dracaena lança nova edição de Estação Jugular

Estação Jugular – Uma estrada para Van Gogh - Allan Pitz

E se você acordasse pela manhã em um lugar absurdamente estranho, isolado de tudo, fugindo sabe lá de onde e de quem e com a certeza de que, no momento, deve seguir em frente para não ser torrado vivo?
Então entra no único ônibus de uma linha desconhecida, abandonado na velha Estação Jugular e percorre uma estrada sinistra, pincelada por descobertas, medos e anseios humanos que se desenrolam na maior aventura de todas.
Assim ocorre o romance filosófico Estação Jugular, de Allan Pitz, onde um viajante perdido e desmemoriado entra em um ônibus vazio, fugindo do sol inclemente que abandonou o céu e, como em um foco teatral em movimento, tenta queimá-lo.

A partir daí, Franz, o passageiro, segue confuso ao lado do Motorista para encarar a psicodélica jornada final de sua existência.
 “Assim como um Van Gogh, Estação Jugular é desconfortável, perturba o normal, desafia o óbvio, nos faz caminhar a esmo, tentar ver o mundo pelo lado inverso do binóculo”.
Dr. Jacob Pétry, autor dos livros O Óbvio que Ignoramos e Ninguém Enriquece por Acaso.


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Augusto no plural – Mateus Oliveira dos Santos

O senhor Augusto sempre pregara ser um excelente pai de família, um bem sucedido empreendedor e um homem exemplar. Acostumado com a ocupada e rotineira vida de um trabalhador brasileiro, mal se deu conta da pressão que sofria de seu próprio estilo de vida.
Ao atropelar um policial por acidente, Augusto, antes dito autossuficiente, vê-se numa situação onde não consegue encontrar uma saída. Como resposta, ele mesmo, materializado à sua frente, aparece para lhe dizer o que deve ser feito. Não bastasse essa forma paranoica dele próprio lhe comandar, logo passa a receber visitas de novos “Augustos”, inexplicáveis aparições dele para ele mesmo que, embora refletissem sua imagem, surgiam somente para lhe contestar suas atitudes, induzindo-o numa busca que havia esquecido há muito tempo: encontrar seu próprio desejo.
Os conflitos causados por estes “Augustos” surgem para o personagem (e o leitor) questionar sua forma de convívio e à que ponto a tradição e conformismo podem interferir na vida de um homem, sem que ele se dê conta de suas atitudes. Uma história para questionar nossa capacidade de controlar nossos atos e a forma como a mente do ser humano comum, ainda deslocado na era pós-moderna, está tendenciada a justificar a mutilação do próprio bem-estar.


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O Último beijo – Cacá Adriane

Jasmim é uma menina, como outra qualquer, que está passando pela adolescência.
Ela tem que lidar com diversos problemas, como o fato de sua mãe ter falecido quando ela nasceu e seu pai nunca estar em casa. Porém, sua vida não é só tristeza: ela tem uma amiga chamada Ana Paula que é aventureira e adora metê-la em confusões. Como se não bastasse, ainda conhece um rapaz, Gabe.
Gabe é instável, cínico, genioso e ridiculamente lindo. Diferente dos outros, rapidamente faz com que Jasmim fique atraída por ele.
Ela estará disposta a dar o que ele pede em troca?! Qual a relação dele com seus pesadelos constantes?! Será que ela realmente sabe quem são as pessoas que ama?!
Conheça essa envolvente história cheia de aventuras, mistérios e romance!


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Lançamento do livro de Gerson Couto no Rio de Janeiro.



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