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Top5: Cinco Livros Independentes - Harlan Coben

10 agosto 2014

top5Esquenta para a 23ª Bienal do Livro de São Paulo - Parte II
Livros Independentes - Harlan Coben. Harlan Coben_15À parte doas séries Myron Bolitar e Mickey Bolitar (o sobrinho de Myron que apareceu pela primeira vez em “Alta Tensão”), Harlan Coben tem diversas obras independentes das mesmas – embora, ainda, algumas se relacionem, mesmo que de forma pequena, aos personagens dos outros livros. Hoje eu vou falar um pouco dos livros independentes – com exceção de “Seis Anos Depois”, que receberá atenção individual.

Movie: West Side Story

05 setembro 2013

No lado oeste de Nova York, duas gangues – os Jets, brancos, e os Sharks, imigrantes porto-riquenhos – vivem às turras pelas ruas. Rivais, eles mal sabem que seu destino sofrerá uma completa mudança quando Tony, antigo líder dos Jets, e Maria, irmã do líder dos Sharks, se apaixonam durante um baile.
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O filme se inicia com uma visão da cidade para, logo em seguida, vermos as duas gangues se encarando em um duelo onde as falas são desnecessárias. Tudo é feito através das danças muito bem coreografadas que expressam melhor do que qualquer palavra o antagonismo entre eles, do estalar de dedos que forma um ritmo constante e animado. O embate entre eles só tem fim quando os policiais chegam.

Movies: Titulos de Filmes, TRANSLATE, PLEASE

26 agosto 2013

Muitas vezes nos apegamos a alguns filmes por causa de seu título. Antes mesmo de procurar pela sinopse, vemos o nome do longa e já vem aquela vontade de assisti-lo. O grande problema – ou ao menos um dos maiores, na minha opinião – é que ao chegar aos cinemas brasileiros, nos deparamos com títulos traduzidos que não remetem em nada ao titulo original. Frustração? Define. Pensando nisso, me veio uma ideia interessante: fazer uma lista básica de filmes que sofrem desse mal. O mal da péssima tradução de títulos. Vamos ver abaixo o que temos.

The Hangover Se beber, não case
The Hangover
Talvez tivesse funcionado de apenas um filme da franquia fosse lançado. O primeiro longa pode até ser chamado de ‘se beber, não case’ por causa do enredo. O segundo, talvez, também. Mas na terceira parte, lançada em maio desse ano, não vemos casamento. Quer dizer, há um casamento, mas não é o enredo principal do filme. Talvez os tradutores pudessem ter pensado melhor na escolha do titulo brasileiro. Se a franquia se chamasse “A Ressaca” (tradução do original literal), seria mais interessante. Só falando.

Crônicas&Desabafos: Like diamonds in the sky

19 agosto 2013


Estava ouvindo essa música da Rihanna e me veio a inspiração para escrever este post.

Hoje não vou falar de nada especifico. Vai ser mais uma mistura de muitas coisas em uma só. E conforme minha playlist for mudando, meu humor muda e consequentemente, meu jeito de escrever. Por exemplo, agora a música que toca é Just give me a reason, da Pink.
Acho estranho, sei lá, uma cantora como Pink cantar algo com essa letra. Romântica, suave, fofa. Uma música sobre as esperanças de ficar novamente ‘nas boas’ com a pessoa amada. ‘Podemos aprender a amar novamente’...
Será que é possível aprender a amar?
Será o amor um sentimento que nasce conosco, ou algo que desenvolvemos com o tempo?

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Movie: Histórias Cruzadas.

12 agosto 2013


“Coragem não é apenas ser corajoso. Coragem é desafiar e fazer o que é certo, apesar da fraqueza da nossa carne.”
Baseado no livro homônimo da autora Kathryn Stockett, o filme retrata a vida das empregadas negras no Mississipi à época dos Direitos Civis. Skeeter (interpretada por Emma Stone, que venceu na categoria “Favorite Movie Actress” na 38ª edição do People’s Choice Awards) é recém-formada na faculdade e planeja escrever, às escondidas e contra a lei, histórias sobre as afrodescendentes que cuidam das famílias do sul do país e seu ponto de vista sobre toda a situação. Enquanto procura uma maneira de escrever suas histórias e encontrar mais empregadas, Skeeter conta com a ajuda de Aibileen, uma empregada que já criou mais de 15 crianças brancas e conquista a confiança de outras. E elas começam a contar histórias sobre as famílias.
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Music: Músicas de Fossa.

08 agosto 2013

TÔ NA FOSSA
Confesse: volta e meia você entra em uma vibe super triste, chega ao fundo do poço e atinge a fossa. Fossa, além de ser o animal que Rei Julian teme em Madagascar, também é “espaço físico para armazenar detritos oriundos de esgotos ou para enterrar defuntos”. Ou seja, você chega a um lugar muito escuro, fétido e nojento. E nesses momentos, sempre tem aquela música que você canta alto em seu quarto fechado enquanto o mundo explode, o Papa passeia pelo Brasil e o bebê real nasce e é nomeado. Sem mudar ou enrolar no assunto, vamos às músicas mais fossentas (nota: essa palavra não existe, portanto não a use em uma redação escolar) que eu conheço. Algumas podem não ter a batida fossenta que é mais conhecida – aquela lenta, suave, melancólica – mas a letra delas certamente é digna de ser ouvida por um ser que se encontra no esgoto emocional do mundo.

Fix a Heart (Demi Lovato)
Podem me zoar, eu adoro a Demi. A história dela, as músicas dela, ela é uma fofinha. Passei pela mesma barra pesada que a moçoila e sei como é estar no fundo do poço e voltar à superfície. Essa música é fofa, leve e dá vontade de chorar enquanto e ouve, mas melhor ainda é Skyscraper, uma música sobre superação e essas coisas. Mesmo não curtindo a jovem, recomendo que ao menos leiam as letras antes de julgá-la mais ainda.

Top5: Cinco sitcoms que você não pode deixar de ver.

30 julho 2013



Na definição do Wikipédia, “Sitcom é a abreviatura da expressão inglesa situation comedy (comédia de situação), um estrangeirismo usado para designar uma série de televisão com personagens comuns onde existe uma ou mais histórias de humor encenadas em ambientes comuns como família, grupo de amigos e local de trabalho.” Eu amo sitcoms. Mesmo sem os sacos de risada, eles me fazem rir sempre, e aqui vou deixar a dica de cinco sitcoms que você pre-ci-sa assistir.

THE GOODWIN GAMES
The Goodwin Games
O pai falece e deixa uma herança de milhões de dólares para seus três filhos. Mas não será fácil colocar a mão nessa grana. Os Goodwin terão que se mudar de volta para sua pequena cidade, viver juntos e enfrentar diversas situações antes que tudo termine. A série é interessante e boa, com um elenco não tão conhecido, mas que cumpre bem seu papel. Foi cancelada, mimimi, após sete episódios, e deixou aquela sensação de nada finalizado no ar.
Não se sabe quem ficou com o dinheiro, quais eram os objetivos do pai com os jogos ou nada mais. Uma pena. Era uma boa série.

Movie: Filmes para ver com…

17 julho 2013

Por Laís Maria da Cruz.

Filmes são uma opção que sempre caem bem em todas as situações. Quando você está com amigos divertidos ou nem tanto, sempre haverá um filme para cobrir o momento e deixar o mundo mais colorido. Pensando nisso, fiz uma listinha de filmes para ver com... Bem, olhe aí embaixo e descubra minhas dicas.
Aquele amigo ‘forever kid’:
NemoProcurando Nemo” é um filme que assisto sempre que surge uma oportunidade.
Fofo, divertido, com uma temática tocante, a animação agrada a todos que têm a chance de vê-lo.
A jornada do pai em busca de seu filhote pelo oceano do qual tinha medo, o crescimento do filhote enquanto longe da única família que conheceu, tudo isso faz rir e chorar ao mesmo tempo. Recomendo.
Outras opções incluem “Monstros S.A” e “Hotel Transilvânia”, animações que têm uma temática interessante e que ensinam uma lição boa no final.

Aquela amiga ‘romântica incurável’:
qual
Qual Seu Número?” Uma mulher vê uma matéria intitulada “Qual é o seu número?”, que diz que mulheres que tiveram mais de vinte parceiros em sua vida sexual terão dificuldade em encontrar um marido.
Depois de listar todos os parceiros que teve, ela percebe que chegou ao número dezenove, restando pouco tempo para encontrar seu futuro companheiro ideal. Mas, depois de uma bebedeira, acaba dormindo com o vigésimo homem. Na esperança de encontrar seu amor antes de ir para a cama com o próximo, ela decide rastrear todos os ex com a ajuda de seu vizinho, mas as coisas não saem bem do jeito que ela esperava.
Resumindo, é um filme para meninas românticas que não desistem de encontrar o verdadeiro amor, com um toque de comédia e cenas divertidas. Alugue e assista com sua amiga romântica.

Movie: Les Miserables

05 julho 2013

Por Laís Maria da Cruz.

Antes da resenha da Laís, que aliás, ficou ótimo, devo dizer a vocês LEIAM o livro Os Miseráveis, não apenas por suas inúmeras adaptações, mas por ser uma obra prima que vale a pena se apaixonar.
Assim como o filme, a história de Jena Valjean precisa ser lida e assistida!
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Sinopse:Adaptação de musical da Broadway, que por sua vez foi inspirado em clássica obra do escritor Victor Hugo. A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe).
Lançamento: 1 de fevereiro de 2013 (2h 38min)
Dirigido por: Tom Hooper
Com: Hugh Jackman, Russell Crowe, Anne Hathaway mais
Gênero:  Drama , Musical
Nacionalidade: Reino Unido
“Look down and see the beggars at your feet. Look down and show some mercy if you can.
Look down and see the sweepings of the street. Look down, look down, upon your fellow man!”

Movie: Bride Wars (Noivas em Guerra)

28 junho 2013

Laís Maria da Cruz


Não resisti. Sinto muito. Talvez tenham se cansado de ler sobre esse filme, ou talvez não tenham ouvido falar sobre ele, mas PRECISO escrever algo sobre. Assisti há mais ou menos dois anos, com duas de minhas melhores amigas, e chorei até o final. Apenas. Sempre choro ao ver esse filme.


Sinopse:
Emma (Anne Hathaway) e Liv (Kate Hudson) são amigas desde criança, quando planejaram em detalhes como seriam seus casamentos. Um deles é importantíssimo: que a cerimônia ocorra no Hotel Plaza, o local onde os mais badalados casamentos de Nova York ocorrem. Agora, aos 26 anos, elas estão prestes a se casar. Mas um erro na marcação das datas faz com que elas coincidam, o que gera uma disputa entre as agora ex-amigas por quem fará a cerimônia no local sonhado.
Lançamento: 6 de fevereiro de 2009 (1h 40min)
Dirigido por: Gary Winick
Com: Kate Hudson, Anne Hathaway, Bryan Greenberg mais
Gênero: Comédia , Romance
Nacionalidade: EUA
Resuminho: duas amigas desde sempre sonham com seus casamentos em um lugar disputado de New York. Quando recebem a proposta, quase ao mesmo tempo, elas correm para reservar o local, mas um erro de agendamento faz com que ambos fiquem para o mesmo dia. E agora, como lidar? Quem desiste da data tão sonhada em prol da amiga? Ninguém? Então, sinto muito, está declarada a guerra das noivas!
O filme é leve e divertido. Perfeito para: a) assistir em um dia de chuva e b) assistir em um dia de chuva com suas melhores amigas, comendo pipoca e mil doces super calóricos. E se prepare para rir, chorar, rir mais ainda e chorar bastante. Uma amizade longa posta em prova de uma maneira tão brutal (elas chegam a se prejudicar fisicamente, tingindo o cabelo da outra de azul e trocando a cor do bronzeamento artificial da outra, coisas assim) nos faz pensar em nossas próprias amizades e atitudes. Em meu interior, ao ver cada cena, eu pensava: e se fosse comigo? Eu abriria mão da data para ser aquela ao lado da minha melhor amiga desde sempre, para ver um sorriso em seus lábios quando o homem de sua vida dissesse “eu aceito” para ela? Ou eu entraria em uma guerra com todas as minhas forças para que a outra desistisse e aquele dia fosse meu, não importa a que custo? Honestamente, eu não sei. As duas opções soam extremamente tentadoras.

Movie: Marley&Eu

19 junho 2013

Por Laís Maria da Cruz


Oi amores tudo bem?
Hoje tem resenha de filme que a Laís enviou para o Blog! Que tal curtir?

Nota: Quero agradecer as 530 visitas no Post que eu e Laís escrevemos para o blog:  #VerásQueUmFilhoTeuNãoFogeALuta
Foi legal ver que tantas pessoas curtiram a postagem! Obrigado.


Marley & Eu
John (Owen Wilson) e Jennifer Grogan (Jennifer Aniston) casaram-se recentemente e decidiram começar nova vida em West Palm Beach, na Flórida. Lá eles trabalham em jornais concorrentes, compram um imóvel e enfrentam os desafios de uma vida em conjunto. Indeciso sobre sua capacidade em ser pai, John busca o conselho de seu colega Sebastian (Eric Dane), que sugere que compre um cachorro para a esposa. John aceita a sugestão e adota Marley, um labrador de 5 kg que logo se transforma em um grande cachorro de 45 kg, o que torna a casa deles um caos.
Lançamento: 25 de dezembro de 2008
Dirigido por: David Frankel
Com: Owen Wilson, Jennifer Aniston, Eric Dane mais
Gênero: Comédia
Nacionalidade: EUA


Resenha de Série: Suburgatory

12 junho 2013

Por Laís Maria da Cruz
Oiee amores tudo bem?
Faz um bom tempo que não tem postagens de séries aqui né? Pois é! A Laís Linda enviou uma resenha super legal para gente! A série é Suburgatory! Particularmente é um seriado que adoro! E bem, o elenco é ótimo, a série é bem engraçada e vale a pena.
Confiram.
suburgatory01                          “Tessa Altman: Pretty ironic that a box full of rubbers landed me in a town full of plastic.”

Movie: Little Miss Sunshine

24 maio 2013


Little Miss Sunshine, Por Laís Maria da Cruz!
Oi amores tudo bem?
Vocês se lembram da Laís né? Ela vez e outra escreve algum artigo para o blog. Alguns do Crônicas&Desabafos, então hoje tem resenha de um filme que ela assistiu!
E como adoro quando minhas amigas de bom gosto dão o ar da graça – tem postagem da Laís hoje ♥


Little Miss Sunshine.
Diante de uma situação familiar pouco estável, com cada membro da família com suas peculiares diferenças e problemas, surge a notícia que Olive (Abigail Breslin) foi classificada no concurso "A Pequena Miss Sunshine" na Califórnia. Sai então toda a família: O avô paterno de Olive (Alan Arkin), que ensaia todos os dias a neta para o concurso e que foi expulso de uma casa de repouso pelo uso de drogas; o pai Richard (Greg Kinnear) que vende um programa de auto-ajuda para quem quer ser um vencedor; a mãe típica (Toni Collette), que valoriza a honestidade, mas que de contrapartida é uma fumante compulsiva que desmente tal hábito; o tio Frank (Steve Carell), irmão da mãe de Olive, gay que acaba de tentar um suicídio (por isso é recomendado ficar com a família); e o irmão mais velho Dwayne (Paul Dano) obcecado em ser piloto da Força Aérea, faz um "voto de silêncio" até conseguir sê-lo. Todos juntos precisam levar a pequena Olive, sonhadora e desengonçada, com o único meio de locomoção que pode levar toda a família, uma Kombi amarela bastante usada. Na viagem de três dias entre o Novo México e a Califórnia, eles passam por diversos momentos de alegria, tristeza e descobertas.

Lançamento: 20 de outubro de 2006 (1h 41min)
Dirigido por: Jonathan Dayton, Valerie Faris
Com: Abigail Breslin, Greg Kinnear, Paul Dano.
Gênero: Comédia , Drama
Nacionalidade: EUA

Crônicas&Desabafos: Today was a fairytale...

07 setembro 2012


Por Laís ( I feel Pretty/Unpretty)



Contos de fadas. Perfeitos, lindos, mágicos contos de fadas. Finais felizes, a bruxa má sendo punida no final. Quem não quer viver em uma história dessas?

O conceito de final feliz é, em minha opinião, superestimado. Afinal, ele depende muito do ponto de vista de cada pessoinha. Meu final feliz, por exemplo, se resume a uma ilha paradisíaca, uma modesta cabana com varanda de vista para o mar, meus livros e filmes, muitas frutas e internet super rápida. Deu pra ver que sou pouco exigente, não é?. Maaaaaaas, por outro lado, tenho uma amiga cujo sonho de final feliz é ter um marido e uma penca de filhotes remelentos. Quer dizer, dá pra sentir a diferença? Dá?
 Não vou negar, de vez em quando eu sonho em ter alguém ao meu lado pra pagar minhas contas, trocar as lâmpadas e espantar os sapos, consertar o chuveiro, varrer a frente, rá e coisa e tal, mas nunca fui o tipo de pessoa que delira e surta na busca desenfreada por alguém. Acho tal desespero exagerado. Sei lá.

Quando eu era mais nova, costumava pensar que meu príncipe chegaria em um corcel branco, armadura reluzente, dentes brilhantes, cabelos esvoaçando ao vento... Aí cresci e BUM!, a realidade bateu à porta. Nada de corcel ou armadura. Nada de dentes brilhantes. Na verdade, nada de homem nenhum. Meu destino é morrer sozinha, sozinha, sozinha... Até faz eco, sente o drama. E como eu me afogo nas lágrimas da solidão que agora me consomem, drama, me despeço com um trecho de um texto de Vinicius de Moraes. Hasta la vista!


“Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.
 Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.”


p.s.: depois de escrever, pensei em um motivo para não viver com alguém, me casar ou coisa assim: não nasci pra cozinhar pra quem não seja eu mesma, pra lavar cuecas alheias ou aguentar futebol no domingo a tarde. Beijos beijos beijos!

Crônicas&Desabafos: Today was a fairytale...


Por Laís ( I feel Pretty/Unpretty)



Contos de fadas. Perfeitos, lindos, mágicos contos de fadas. Finais felizes, a bruxa má sendo punida no final. Quem não quer viver em uma história dessas?

O conceito de final feliz é, em minha opinião, superestimado. Afinal, ele depende muito do ponto de vista de cada pessoinha. Meu final feliz, por exemplo, se resume a uma ilha paradisíaca, uma modesta cabana com varanda de vista para o mar, meus livros e filmes, muitas frutas e internet super rápida. Deu pra ver que sou pouco exigente, não é?. Maaaaaaas, por outro lado, tenho uma amiga cujo sonho de final feliz é ter um marido e uma penca de filhotes remelentos. Quer dizer, dá pra sentir a diferença? Dá?
 Não vou negar, de vez em quando eu sonho em ter alguém ao meu lado pra pagar minhas contas, trocar as lâmpadas e espantar os sapos, consertar o chuveiro, varrer a frente, rá e coisa e tal, mas nunca fui o tipo de pessoa que delira e surta na busca desenfreada por alguém. Acho tal desespero exagerado. Sei lá.

Quando eu era mais nova, costumava pensar que meu príncipe chegaria em um corcel branco, armadura reluzente, dentes brilhantes, cabelos esvoaçando ao vento... Aí cresci e BUM!, a realidade bateu à porta. Nada de corcel ou armadura. Nada de dentes brilhantes. Na verdade, nada de homem nenhum. Meu destino é morrer sozinha, sozinha, sozinha... Até faz eco, sente o drama. E como eu me afogo nas lágrimas da solidão que agora me consomem, drama, me despeço com um trecho de um texto de Vinicius de Moraes. Hasta la vista!


“Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.
 Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.”


p.s.: depois de escrever, pensei em um motivo para não viver com alguém, me casar ou coisa assim: não nasci pra cozinhar pra quem não seja eu mesma, pra lavar cuecas alheias ou aguentar futebol no domingo a tarde. Beijos beijos beijos!

Crônicas&Desabafos: Long Distance Call

24 julho 2012


Por Laís ( I feel Pretty/Unpretty)



Long Distance Call

I'm far gone but your long distance call and your capital letters keep me asking for more



O campo do amor é extremamente sensível e complicado. Relacionamentos já são difíceis quando se está perto do (a) companheiro (a). Quanto maior a distância, mais aumenta a dificuldade.
Quando um casal mora longe – diferentes cidades ou estados – há duas possíveis conclusões para a relação:
1) o amor se intensifica com a distância física, tornando os pombinhos mais próximos emocionalmente. E, quando eles se encontram, só têm tempo para o amor.
Ou, 2) brigas e desconfianças farão parte da rotina do casal. Quando não estão se evitando, estão brigando por telefone ou SMS. E quando um deles some, o outro começa a pintar um cenário em sua cabeça: baladas e bebidas, risadas com outro alguém. E, então, aquele botão que estava tão bem protegido sob uma tampa à prova de balas é apertado: o ciúme chega à cena.
Agora, deixe de lado aquele primeiro cenário. Lá, tudo são rosas e nuvens de algodão-doce. O segundo, bem... Há algumas opções. Se o amor for forte, prevalecer e acalentar o ciúme, as chances d’o romance continuar são grandes. Mas se o botãozinho do ciúme for apertado e se quebrar, as chances de um rompimento baseado em brigas e com mágoas como resultado são maiores ainda. Aí vem uma temporada de lágrimas, músicas tristes e muitas calorias para contar história.
COMO FAZ?
Não sou a maior fã de relacionamentos à distância, seja comigo ou com alguém que eu conheça. Há casos e outros casos, claro. Uma amiga minha mora no estado de SP e o namorado dela, em Curitiba, e eu acho que eles têm uma coisa linda. Se falam todos os dias e se veem quinzenalmente. Já minha irmã mora no mesmo estado que seu dito cujo, mas eles brigam, terminam e voltam por SMS todos os dias. A diferença entre as duas relações é nítida. Claro que, em um passe, as coisas podem se inverter e minha amiga termina solteira ao passo que minha irmã se casa com seu estica-puxa-desce-e-vai e é feliz para sempre. Quem sabe o que o amanhã nos reserva? Enfim, só vivendo para descobrir o que vai acontecer. Enquanto isso, vamos curtindo a solidão fria das noites.


Ao fechar esta edição, minha irmã terminara com o namorado e estava jogada na cama aos prantos. Minha prima continua firme com seu curitibano.

Crônicas&Desabafos: What in The Box?

18 julho 2012


Por Laís ( I feel Pretty/Unpretty)



Pandora liberou da caixa os males do mundo.

Você provavelmente conhece a história. Quase todo professor de Filosofia já contou ela nas aulas. Qual o sentido que a caixa de Pandora tem em sua vida?

Quando falamos nos males do mundo, bem... Cada um tem os seus. Se você tivesse uma caixa assim, quais males seriam liberados? Que coisas ruins veríamos sair dela? O que você faria a respeito? Como acha que elas se encaixariam em sua vida? Todos temos nossa caixa de Pandora e, eventualmente, todos vamos abri-la. É algo praticamente inevitável; o ser humano tem que cair na tentação de tirar sua tampa e descobrir o que lá se esconde. Você pode dizer “Eu nunca vou abrir minha caixa de Pandora. Estou confortável sem saber o que há lá dentro!”, mas é do instinto humano ser curioso e querer saber mais e mais. Então, logo vamos abrir nossa caixa e aprender a lidar com o que nela habita.

Claro que o conteúdo é diferente para cada um de nós, visto que não somos iguais. Quando você abrir sua caixa (não diga o contrário; você vai abri-la em algum momento) e descobrir o que há nela, vai ser capaz de dizer varias coisas: em um primeiro cenário, pode ser que diga “Não me arrependo de ter aberto a caixa. Vou facilmente lidar com isso!”. Em um segundo cenário sua reação pode ser “Por que raios fui abrir aquela caixa? Nunca vou conseguir lidar com isso!”. Ou, também, pode reagir assim: “Não sei por que abri aquela caixa, mas vou tentar lidar com os males dela da melhor forma possível”. Neste terceiro cenário, as chances de crescimento e amadurecimento espiritual são grandes. Você diz “Eu liberei o meu/a minha _____________e agora vou aprender a lidar com isso, por mais difícil que seja.”. E então, você maneja seus males, dribla seus problemas e aprende com eles. Aprender a lidar com nossos problemas e dificuldades é parte de um processo que culmina no ser humano se tornando adulto. Nossa “caixa de Pandora”, neste contexto, é um item útil.

O que há na sua caixa? Como você se sente em relação a ela? Quando vai criar coragem e descobrir como pode lidar com ela e crescer?

{Crônicas & Desabafos}: Sobre amizades e afins.

11 julho 2012


Por Laís ( I feel Pretty/Unpretty)



Amigos são pessoas especiais em nossas vidas. Tem um ditado que diz “amigo é o irmão que escolhemos”. Eu realmente sigo tal ditado.
Segundo a Wikipédia, “A amizade pode ter como origem um instinto de sobrevivência da espécie, com a necessidade de proteger e ser protegido por outros seres.”. A necessidade de ter alguém por perto, como eu disse em outro texto, é indispensável ao ser humano. Nós precisamos nos apegar, ter aquele alguém com quem desabafar, com quem sair ou apenas conversar. Poucos sobrevivem sem amigos.


Há uma diferença básica, na minha concepção, sobre amigo e colega. Colega é aquela pessoa com quem você convive quase que diariamente, mas não tem muito contato. A moça do cafezinho na sua empresa, o dono da banca de jornal, seu supervisor. Eles existem simplesmente para que a cadeia da vida continue, para que os dados continuem rolando. E então, temos o amigo. Amigo é aquele que está com você na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na balada e no velório. É basicamente um casamento, se analisarmos de um certo ponto de vista. Amigos são poucos em nossas vidas e, por isso, devemos dar valor a eles. Um exemplo pessoal: desde que me entendo por gente, desde o útero das mamães, eu tenho essa prima. Ela sempre foi minha melhor amiga, do tipo que você pode confiar para tudo, sabe? Quando ela vinha me visitar, ia embora chorando e me deixava em prantos, também. Até hoje, apesar de todos os problemas que eu tenho em minha vida, ela sempre está lá por mim. Sempre com uma palavra de consolo ou com motivos para me fazer sorrir. Também há a senhorita dona deste blog. Eu a conheço há uns três anos, nunca a vi pessoalmente, mas ela é basicamente uma irmã para mim. Me dá apoio quando preciso, sabe criticar sem ser grossa, sabe me fazer sorrir. Sei que, quando nos virmos pessoalmente, vai ser um momento épico. Ótimas dicas televisivas e leituras (ahn?) sobre amizade:
- Friends: o próprio nome já diz. Eles têm altos e baixos, brigam, mas permanecem unidos no final de cada luta.
- Noivas em Guerra: super meu filme com minha amiga de útero lá de cima. Duas BFFs desde crianças sonham em se casar em um mesmo local e, por erro da organizadora, a data de seus casamentos acabam coincidindo. Elas brigam e se cutucam, mas no final percebem que nada é mais forte e sua amizade é insubstituível.
- Procurando Nemo: só mesmo o Marlin para conseguir socializar com a maluca da Dory. E ela se prova uma amiga mais do que capaz quando segue com ele na busca por seu filhotinho.
- Harry Potter: Harry, Rony e Hermione dispensam comentários. Quem leu a saga sabe do que estou falando.
- O Menino do Pijama Listrado: para além da cerca, Bruno encontra Shmuel, tão diferente e tão igual a ele. Solitário e infeliz, Bruno descobre em Shmuel uma amizade estranha, que derruba barreiras e nos mostra (a inocência de uma criança em meio ao caos instalado à época do livro) como um amigo de verdade ajuda o outro. Você que tem um amigo de verdade, aproveite a oportunidade e diga o quanto o ama. E, por fim, a frase de um livro que eu amo, “Plano B”, de Jonathan Tropper: “- Lembrei-me de uma piada – disse Chuck.
– Vocês sabem a diferença entre amigos e bons amigos?

- Qual é? – perguntei. - Um amigo ajuda você a se mover. Um bom amigo o ajuda a remover cadáveres.”

Laís tem poucos, mas ótimos amigos.

{Crônicas&Desabafos} Sobre a vida e amores.

26 junho 2012

Oie gente tudo bem? O Crônicas&Desabafos de hoje é mais um texto da Laís *-* Iria deixar o dela para amanhã e postar um meu hoje, mas como não tinha deixado ele pronto e hoje to assim com bastante coisa para fazer, postei o dela, que aliás é de se refletir!!! Pensem! Beijinhos no coração


Por Laís ( I feel Pretty/Unpretty)



Imagine que, em uma bela manhã, você desperta em sua cama e, ao seu lado, está o amor de sua vida. Como ele foi parar lá? Quando vocês se conheceram? O que têm em comum?
Você já parou para pensar na história de vocês dois?
Agora imagine outro cenário. Você desperta em sua cama e, ao seu lado, um travesseiro que é usado apenas para decorar o quarto, talvez um bichinho de estimação ao seu lado. Qual dos dois cenários você prefere? Desde pequeno, o ser humano – em especial as mulheres, convenhamos – imaginam como será seu futuro no sentido amoroso. Lá pelos sete anos, começamos a olhar aquele menino bonitinho e mais velho, mas ele está de olho em outra. Primeira desilusão amorosa. E crescemos. E mais paixonites vão aparecendo, e mais decepções vão acontecendo. Mas não desistimos de encontrar a metade da laranja. Na maioria das vezes.
Outro dia minha professora de Psicologia disse que o homem é o único ser vivo que precisa de outro ser da mesma espécie para sobreviver. Quando desfazemos os laços paternos, precisamos nos apoiar em qualquer outra pessoa, seja ela um amigo, um namorado e até mesmo um ídolo. Um comportamento comum entre os adolescentes, especialmente, que colam pôsteres e choram quando seus ídolos aparecem na televisão. Esse é um dos motivos por que a procura pela pessoa amada está tão acirrada. Seus amigos começam a namorar, planejar seus casamentos, e você... Onde está mesmo?
Oh, certo. Você está esperando a mágica acontecer e o cupido atingir aquele gatinho com sua flecha mágica e, assim, ele se apaixonará por você. Ação errada. Se você quer na sua vida aquele primeiro cenário citado no inicio do texto, aí vão umas dicas:
1) pare de ficar procurando desesperadamente. A série “How i met your mother” tem sete temporadas e o personagem principal ainda não conheceu a mãe. Por quê? Ele fica desesperadamente procurando pela mulher certa. Na hora certa, a pessoa certa aparece.
2) pare de ficar “pegando geral” nas baladas da vida. Vai que seu amor está na mesma balada, te olha cheia de babas diferentes e quer uma distância magistral de você? Nada bonito para a sua cara, hein?
3) acredite. Se você realmente quer uma coisa e pensar positivo sobre ela, vai acontecer.
Pode não ser como nos filmes,mas acontece. Uma amiga minha conheceu um cara quando morava no Paraná, mas nunca falou com ele. Depois que ela voltou para o interior de São Paulo, eles começaram a se falar e, eventualmente, a namorar. E hoje estão felizes. Uma outra amiga não parava com namorado nenhum e, hoje, está praticamente casada com um cara que conheceu por um acaso. Como eu disse lá em cima. A hora certa, a pessoa certa. Quanto a mim, bem... Me imagino mais naquele segundo cenário, exceto o bichinho de estimação. Não sei conviver a dois, sei lá. A não ser que seja um hamster, talvez. Mas, quem sabe um dia?

Laís escreveu esse texto em uma madrugada insone e ao som de Carly Rae Jepsen. Relevem alguns conteúdos.

Crônicas&Desabafos: Sobre sonhos e coisas assim.

18 junho 2012

Oie gente, tudo bem? Hoje vamos dar as boas vindas a Lais, a nova colaboradora do Blog!
Pra quem não conhece ela, Lais, ou a minha sis {} faz faculdade de história, lê muito, escreve muito bem, ama séries.
E tem um blog: I feel Pretty/Unpretty - ela tá começando ainda, então peço que visitem o blog dela também paras fazer uma outra blogueira no caso EU feliz ♥
E com ela agora fazendo parte do Blog, resolvi criar uma tag "Crônicas&Desabafos", onde a gente vai escrever algumas coisinhas meio particulares. Já pensei no assunto quando escrevi o desabafo sobre sorteios aqui: Outros: Sobre sorteios, promoções, desabafo, etc. Tive uma resposta muito positiva com ele, mas explicações e afins vão ficar para outro post!!!! Bem vinda sis do meu coração!

Por Laís ( I feel Pretty/Unpretty)


Sobre sonhos e coisas assim




Bem, primeiramente e como regra de boa educação, deixe que eu me apresente. Me chamo Laís, tenho 22 anos, sou canceriana, faço faculdade de História, amo ler e escrever. Minha paixão por séries deixa algumas pessoas doentes, mas enfim. Nada é perfeito.
Por falar em perfeição, pensemos em nossas vidas. Não querendo deixar ninguém deprimido, mas você é feliz? Quer dizer, todos os dias acordamos, tomamos café e vamos à escola ou ao trabalho, na maioria das vezes.
Chegamos em casa e vamos assistir a novela das sete, fazer o jantar, ver um filme. Essa seria uma vida linda. Quantos de vocês, leitores, têm uma vida assim? Hoje em dia, nossa vida está mais assim: acordar chorando porque não quero sair da cama. Não tomar café da manhã porque uma revista disse que apenas água para desjejum é necessária. Ir trabalhar em um emprego que odeio meu trabalho, mas infelizmente não consigo outro. Chegar em casa e comer macarrão instantâneo ou biscoito recheado enquanto na TV está passando um programa de artesanato ou canais de vendas. Quem está com você em algum desses cenários? Quem faz parte da sua rotina diária? Você está feliz com ela?
O Wikipedia define felicidade como “um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude estão ausentes”.
De acordo com essa definição, você se considera uma pessoa feliz? O que você faz para mudar sua história de vida? Você persegue seus sonhos ou deixa a vida te levar e fica na mesmice? Sonhos. Todos os temos.
Alguns são grandes e outros, menores, mas nenhum é impossível de ser alcançado. Certa vez eu vi uma reportagem sobre um senhor na casa dos sessenta anos que conseguiu seu diploma em Medicina com esta idade. Por que ele adiou seu sonho, não sei. Mas o importante é que ele persistiu e, mesmo demorando algumas décadas, ele conseguiu se graduar. Nunca mais ouvi falar desse senhor, mas aposto que ele realizou seus sonhos e, hoje em dia, atingiu a felicidade.
Não há data de expiração para um sonho. O que existe é falta de persistência, preguiça, sentimento de mesmice ou baixa estima. Se você coloca na cabeça que não vai atingir um objetivo, significa desistir dos seus sonhos.



Se você quer 
ser médico (a), não tenha medo de prestar o vestibular! Claro que há chance de você não conseguir passar na prova, mas o importante é, no futuro, você olhar para trás e dizer “Hey, eu prestei aquele vestibular, lembra?”. Eu, particularmente, prefiro me arrepender de algo que fiz e não deu certo do que olhar para trás e perceber que perdi oportunidades na vida por medo do fracasso. Afinal, quem sabe o que pode acontecer no futuro? Eu sou a Laís, e é assim que eu penso.