Olá a todos! Estamos chegando ao fim de 2020 mas a pandemia do COVID-19 ainda continua. Mas a boa notícia é que muitos filmes que iam estrear nos cinemas estão indo para os streamings e recentemente vi dois muito bons que são . Vamos conferir?
1- "Origens Secretas"
Indo por ordem alfabética, o filme "Origens Secretas" nos apresenta um caso envolvendo um assassino em série que está espalhando o caos nos arredores de Madrid, na Espanha. A situação provoca as aparições de alguns “super-heróis” que se desafiam a desvendar o mistério junto a um policial renomado, que está prestes à se aposentar, e o jovem David, que irá substituí-lo. Os "super-heróis" são nerds amantes de histórias em quadrinhos e eles acreditam que ficarão diante de um vilão, como acontece nos quadrinhos. Eu gostei muito do filme pois ele conquista a todos pela sua história cheia de cultura nerd! Recomendo à todos assistirem esse filme!
Olá a todos! No ano passado, publiquei aqui no blog uma postagem que fez bastante sucesso envolvendo livros e comida que é o menu culinário literário onde falei de comidas mencionadas em livros. Em virtude disso, vi que em filmes tem a mesma coisa e então eu resolvi criar o Menu Culinário Cinematográfico de comidas que contém em filmes. Espero que gostem. Vamos conferir?
1- Bebida: Leite Azul do filme de "Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança".
Para começar nosso banquete vamos iniciar por uma icônica bebida chamada Bantha Milk que é o leite azul que aparece pela na saga Star Wars e ele surgiu pela primeira vez no filme "Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança". Existe receita dele alcoólico e não alcoólico que você pode encontrar na internet então aprecie-o com moderação e que a força esteja com você.
2- Entrada: Spanakopita do filme "Casamento Grego".
A entrada do nosso cardápio vem diretamente da Grécia pois é um prato típico da culinária desse país e aqui na nossa entrada esse delicioso prato deve ser saboreado e degustado aos poucos para remeter sentimentos e memórias.
3: Prato Principal 1: Ragu de linguiça do filme "O Poderoso Chefão".
Mamma Mia! Nosso primeiro prato principal é uma iguaria de uma culinária que sou apaixonado que é a culinária italiana e o prato de hoje é mostrado no primeiro filme dessa saga cinematográfica com direito à um spaghetti ou talharim para acompanhar bem o prato.
Olá a todos! No dia 12 de junho se celebra no Brasil o dia dos namorados, enquanto que no restante do mundo se celebra no dia 14 de fevereiro que é dia de São Valentim. E como sou romântico, vim apresentar a vocês uma postagem especial para essa data que é a resenha de um filme que mistura muito bem romance com musical. Esse filme é "Grease - Nos Tempos da Brilhantina". Vamos conferir?
O filme acontece na Califórnia da década de 50, e lá conhecemos Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John), um casal de estudantes, que trocam juras de amor mas se separam, pois ela voltará para a Austrália. Entretanto, os planos mudam e Sandy por acaso se matricula na escola de Danny. Para fazer gênero ele infantilmente lhe dá uma esnobada, mas os dois continuam apaixonados, apesar do relacionamento ter ficado em crise. Esta trama serve como pano de fundo para retratar o comportamento dos jovens da época.
Eu gosto muito desse filme! Ele é meu segundo filme musical favorito pois o primeiro é o filme "Cantando na Chuva". "Grease" é cheio de romance, comédia, carisma, marcantes atuações e história o que faz adentrar dentro da história, se emocionar, cantar as ótimas músicas desse filme que são cheias de rock n'roll e até mesmo dançar com o casal protagonista do filme formado John Travolta e Olivia Newton-John onde eles se transformam em cada cena fazendo você torcer para que eles ficam juntos no final a cada vez que eles aparecerem em cena.
Olá a todos! Coréia do Sul, um País asiático que é cheio de tecnologia, que possui na sua culinária deliciosos kimbaps (que é um tipo de sushi), que deu origem ao esporte e arte marcial taekwondo e outras coisas. Mas apesar de ser um país rico de primeiro mundo, ele possui classe social pobre e ela tem convívio difícil com as demais classes sociais mais ricas. E o filme que vou resenhar hoje que é o vencedor do Oscar de Melhor Filme de 2020 "Parasita" fala sobre isso. Vamos conferir?
"Parasita" conta a história da família de Ki-taek que está toda desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente da família comece a dar aulas de inglês à garota de uma família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrarem também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custarão caro a todos.
Antes de começar a resenha do filme francês "Românticos Anônimos" gostaria de saber: Quem aqui gosta de chocolate? Pergunto porque eu amo chocolate e um dos meus sabores favoritos de chocolate é o Cookies 'n' Creme da Hershey's. E o filme de hoje irei falar sobre chocolate, romance e timidez. Vamos conferir?
O filme francês "Românticos Anônimos" nos apresenta Jean-René (interpretado por Benoît Poelvoorde) e Angélique (interpretada por Isabelle Carré) que são duas pessoas que possuem em comum, além do amor pelo chocolate, o romantismo e a timidez. Ele é dono de uma fábrica de bombons. Ela é uma chocolateira talentosa. Em meio a muitas dificuldades, os dois se aproximam e compartilham suas paixões.
Gostei muito desse filme porque além ter muito ter muito chocolate, o casal protagonista possui forte timidez mesmo nutrindo um amor bonito pelo outro. A timidez é tão presente e forte no filme que parece ser um personagem do filme. E eu me identifico com isso porque eu sou tímido, principalmente, para dizer quando eu estou apaixonado por alguém. E a timidez é um dos ensinamentos do filme onde todos nós temos timidez para alguma coisa e que nós devemos enfrentar ela pois a vida apesar de ser cheia de dificuldades nós devemos nos abrir para conhecer pessoas, abrir nossos corações para relacionamentos amorosos e abrir as nossas mentes sem medo de ser feliz, sorrir, chorar, sonhar, sofrer, rir, amar e alegrar na vida onde não devemos ter medo de arriscar mas medo de não saber viver as coisas que a vida proporciona porque cedo ou tarde a felicidade chega para completar a todos e como diz uma música da cantora brasileira Zizi Possi "O amor vem pra cada um".
Vi e recomendo esse excelente filme que é muito bom, emocionante, sensível, excelente e impactante. E já que falei em chocolate... Fiquei com vontade de comer chocolate agora. E vocês, já assistiram ao filme "Românticos Anônimos"? Gostaram do filme "Românticos Anônimos"? Gostam de chocolate também? Comentem! Vamos conversar!
"Meu nome é Alexandre Tiago, tenho 26 anos, sou um rapaz latino-americano, humanista, pacifista, estudante de Direito e dono do Instagram Cultural @blog.estante.artistica" {https://www.instagram.com/blog.estante.artistica/}mas que ama conversar, ouvir minha coleção de cds, ver filmes, ler livros e que busca fazer um traço entre a vida, os sonhos e a arte.
Olá a todos! Antes de começar essa resenha desse filme, que é para mim, um dos melhores filmes de 2019, pergunto à vocês: vocês já assistiram à algum dos 3 filmes da saga cinematográfica "O Poderoso Chefão"? Mas aí você me pergunta "O que isso tem haver?" É que eles são marcantes e falam de máfia. Vamos conferir?
Com 3 horas e 29 minutos, o filme "O Irlandês" que é baseado no livro "I Heard You Paint Houses" de Charles Brandt, conta a história de Frank Sheeran (Robert De Niro), conhecido como "O Irlandês", é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.
Olá a todos! Hoje venho a falar a vocês sobre um dos melhores filmes que eu já vi até hoje envolvendo todos os gêneros cinematográficos que é "Vingadores: Ultimato".
Fiquei muito ansioso para ver esse filme. Quando eu era criança estreava nos cinemas os longos e marcantes filmes do "O Senhor dos Anéis". Não tinha idade para assistir mas fiquei imaginando em um dia na minha mente passa por aquilo. E muitos anos depois em abril de 2019 aos 25 anos de idade passei por isso e posso dizer dizer a verdade: valeu a pena esperar e jamais vou me esquecer porque vou lembrar dos momentos antes e depois do filme, mas principalmente, do filme pois gosto da Marvel e seus heróis desde criança lendo quadrinhos e vendo desenhos animados marcantes como por exemplos os desenhos animados do Homem Aranha e dos X-Men e que viu com orgulho surgir o universo cinematográfico da Marvel com o filme "Homem de Ferro" de 2008.
Martin é um fóbico em processo de recuperação. Pouco a pouco, ele consegue sair do isolamento de seu apartamento e de sua realidade virtual. Ele é um web designer. Marina acabou de terminar um longo relacionamento. Sua cabeça é uma bagunça, assim como o apartamento onde ela se refugia. Martin e Marina vivem no mesmo quarteirão, mas ainda que seus caminhos se cruzem eles não chegam a se encontrar. Eles caminham através dos mesmos lugares, mas não percebem um ao outro. Como podem se reunir em uma cidade com três milhões de pessoas? Eles vivem no centro de Buenos Aires, a metrópole que os une e também os separa. Ano: 2011 País: Argentina e Espanha. Diretor: Gustavo Taretto
Buenos Aires... Uma cidade grande como é Rio de Janeiro, Milão, Paris, São Paulo, Nova York, Tóquio, Londres, Barcelona, Sydney, Berlim e tantas outras espalhadas pelo mundo onde há muita gente morando em prédios, grandes outdoors, muitas coisas culturais, muita movimentação, muitas tecnologias e etc. Mas e relação entre as pessoas? Como conhecer alguém seja para ter uma amizade ou um relacionamento amoroso? Como que as tecnologias agem diante dessas cidades e das pessoas que vivem nelas?
É nessa e outras perguntas que se desenvolve o filme "Medianeras: Buenos Aires na era do amor virtual" onde estamos diante da bela cidade de Buenos Aires, capital da Argentina, onde temos os protagonistas do filme Marina e Martin nos apresentam as suas vivências em Buenos Aires e as pessoas que se relacionam ao mesmo que eles se encontram e desencontraram nas vizinhança, nas ruas e em vários locais da cidade.
Olá pessoal, tudo bem?
Quem acompanha a coluna já deve ter percebido que gosto muito de filmes sobre música. De fato, é um dos tipos de filmes favoritos. Assistindo um filme sobre o tema dia desses me fez relembrar o quanto gosto um bom filme que consegue misturar o cinema à música, e sendo assim, resolvi trazer um Top 5 com os meus filmes favoritos sobre música.
Espero que gostem!
Top 5 filmes sobre música
1. Alta fidelidade (2000)
No primeiro lugar desse ranking não podia deixar de aparecer Alta Fidelidade, este brilhante filme com John Cusack e que tem um hilário Jack Black em início de carreira.
Rob Gordon (John Cusack) é dono de uma loja de discos e praticamente uma enciclopédia ambulante. Após um término de relacionamento, ele começa a rever tudo que deu errado em sua vida amorosa, tudo com uma ótima trilha sonora. Imperdível! Trailer:
2. Mesmo se nada der certo (2013)
Um dos meus filmes favoritos, Mesmo se nada der certo conta a história de Gretta (Keira Knightley), uma cantora e compositora em Nova York que é abandonada pelo namorado cantor. Prestes à largar tudo, ela conhece um produtor musical fracassado que acredita em uma parceria de sucesso. Mesmo se nada der certo é um adorável filme, que tem uma bonita trilha sonora e trata com muita delicadeza e humor personagens reais, com problemas e fracassos Resenha do Cinema & Café: http://intheskyblog.blogspot.com.br/2016/03/cinema-mesmo-se-nada-der-certo-begin.html#more Trailer:
“A razão e a linguagem são, indissociavelmente, os atributos próprios da humanidade. Daí deriva que a questão fundamental venha a ser a de saber como podemos caracterizar a especificidade da linguagem humana.” (AUROUX, 2009, p.11)
“Still Alice” (Para sempre Alice, 2014)
Título (tradução no Brasil): Para sempre Alice Ano: 2014 Duração: 101 minutos Gênero: drama Direção: Richard Glatzer / Wash Westmoreland Roteiro: Richard Glatzer / Wash Westmoreland Sinopse: Aos 50 anos, Alice (Julianne Moore) está com tudo: professora de Linguística casada com um homem dedicado (Alec Baldwin) e três filhos adoráveis – Anna (Kate Bosworth), Tom (Hunter Parrish) e a caçula Lydia (Kristen Stewart) – Sua vida é um suave redemoinho entre o trabalho e a família, repleta de prosperidade. Próximo ao seu aniversário de 50 anos, algo inesperado acontece e, após consultar vários médicos, Alice é diagnosticada com Alzheimer de instalação precoce.
Observação: Baseado no romance “Para sempre Alice”, de Lisa Genova. IMDb: clique aqui.
“Still Alice” (Para sempre Alice, 2014), a princípio, pode parecer apenas um filme sobre uma professora de Linguística – com foco na área de aquisição de linguagem – que passa a sofrer de Alzheimer, mas na verdade é um filme sobre como a linguagem e a memória são fios essenciais na tessitura de nossas relações com o mundo e as pessoas que o habitam. Entretanto, é compreensível o fato de que nem todos os espectadores captem essa nuance da trama, uma vez que no nosso cotidiano pouquíssimas vezes problematizamos a linguagem – um fenômeno considerado óbvio demais, transparente, sem questões a serem respondidas, para a maioria das pessoas. Considerando isso, convido-os a deslocarem as suas perspectivas acerca da linguagem, saírem da zona de conforto na qual o senso comum a depositou e questionarem como aquilo que denominamos como realidade é moldado pela nossa linguagem e pela nossa capacidade de criar uma rede de memórias.
Antes de conversarmos sobre a obra cinematográfica, dialoguemos acerca das pessoas que estiveram na direção e roteirização – Richard Glatzer e Wash Westmoreland –, pois isso pode elucidar alguns aspectos do filme. Glatzer e Westmoreland eram casados e já trabalharam juntos nos filmes “Quinceañera”, “The Last of Robin Hood” e “The Fluffer”. Ademais, Glatzer sofria de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença que veio a causar o seu falecimento em 11 de março de 2015. Esse histórico de trabalho conjunto, acredito, contribuiu para que pudéssemos ser presenteados com um longa-metragem onde a cumplicidade entre roteiro e direção é notável e importante quando se almeja produzir algo que encante e satisfaça aos espectadores mais exigentes, aqueles que não se contentam apenas com blockbusters alicerçados em diversas explosões e cenas que exploram exageradamente e, quiçá, desnecessariamente o erotismo. Esclareço que não tenho nada contra blockbusters – eu assisto a muitos deles –, apenas reconheço que há cinéfilos que são mais exigentes com detalhes técnicos.
Oi gente tudo bem?
Estou para colocar este post no ar tem uma semana. Mas como os acontecimentos são constantes e as chatices de alguns também, acabei atualizando!
Dias atrás deletei três criaturas irritantes de meu twitter e Facebook. Porque? Simples, tudo que assistem, fazem ou comem estão narrando em rede social. E o estopim da coisa toda foi quando soltaram spoilers de séries que assisto!
Bem, eu evito ficar na internet no domingo quando a galera assiste Game Of Thrones (A pobre não tem como pagar um plano melhor de tv por enquanto), volto a fazer minhas andanças apenas depois de assistir o episódio. Sim, gente! Eu evito um pouco alguns spoilers para não estragar. Ué, se você não gosta de spoiler de livro, eu odeio spoiler de série de televisão! Simples!
Mas enfim, o que é um Spoiler?
O termo se refere a qualquer fragmento de uma fala, texto, imagem ou vídeo que se encarregue de fazer revelações de fatos importantes, ou mesmo, do próprio desfecho da trama de obras tais como filmes, séries, desenhos animados, animações, conteúdo televisivo, livros e videogames em português brasileiro, videojogos em português de Portugal, que, na maioria das vezes, prejudicam ou arruínam a apreciação de tais obras pela primeira vez. (Via Wikipédia)
Um novo pôster de Rio 2 acaba de ser divulgado. A previsão de lançamento para a sequência é de Março de 2014, novamente tendo o brasileiro Carlos Saldanha como diretor. Anne Hathaway, Jesse Eisenberg, Rodrigo Santoro e Will I Am continuam como dubladores de Jewel, Blu, Tulio e Pedro, respectivamente.
Nesta continuação, Jewel e Blu (que aparecem no poster) irão deixar o Rio, vivendo uma nova e grande aventura.
Oi amores tudo bem?
Hoje a Rayme trouxe algumas novidades legais do cinema! Então leiam tudo e depois comentam falando o que acham!
Quase dez anos após o lançamento do primeiro filme da franquia de Efeito Borboleta, os produtores já planejam uma nova versão do longa. Anteriormente estrelado por Ashton Kutcher, ainda não há informações se o mesmo ator continuará em seu papel.
O filme conta a história de Evan, um garoto que tem a habilidade de voltar no tempo e poder mudar seus atos, e se aproveita disso para tentar corrigir aquilo que fez no passado para mudar o seu futuro. Porém, nem sempre o que ele corrige se transforma em algo melhor para a sua vida e para as pessoas próximas a ele. Apesar de os dois filmes que se seguiram terem sido no mesmo estilo, não arrecadaram tanto igual ao primeiro, mas os produtores estão confiantes para com este.
Inteligente, bonita, competente. São algumas das qualidades de Brisa Verena Zeine, paulista de Vera Cruz que se formou em Cinema e TV no Paraná, adora um bom desafio e começou sua saga de premiações. Depois de vencer o Mapa Cultural Paulista com o curta “Papel e Caneta: Reflexos”, ela agora concorre ao Curta Santos (http://www.curtasantos.com.br/Noticias.aspx?id=83#ancora) com o vídeo “Marilista” na categoria “Mostra Novos Olhares”. Abaixo, uma entrevista rapida com ela, feita logo após a noticia que seu vídeo fora selecionado. Laís: Bom, eu te conheço desde... Brisa: Desde neném! L:Desde o útero das mães, porque elas ficaram grávidas praticamente na mesma época. (...) Você morou quatro anos em Curitiba. Eu fui uma vez te visitar e foi interessante. Eu sei que a gente conversava e tudo, mas como era pra você morar lá sozinha? B:Olha, pra mim morar em Curitiba foi a fase, até hoje, nos meus 23 anos de vida, a fase mais importante da minha vida toda, porque foi o momento que eu mais cresci, se eu não tivesse ido pra Curitiba eu não teria crescido tanto, me conhecido tanto. Morar lá me moldou, né, foi como se eu tivesse sido pega por um daqueles ferreiros que ficam batendo na gente, assim, porque Curitiba me moldou bastante. Foi um lugar onde eu vivi de tudo, muita coisa boa e muita coisa ruim, por isso eu cresci tanto, porque aprendi lidar com cada dificuldade que só Deus sabe. Dificuldade com pessoas difíceis, com situações difíceis, aprender a não desistir quando a gente tem um sonho, porque eu tive chances de voltar de monte, mas eu batalhei e fiquei até terminar o curso porque é um curso que eu amava fazer e sabia que um dia eu ia ter sucesso. O maior sucesso é quando a gente gosta do que faz e admira o próprio trabalho. E, então, Curitiba pra mim foi muito especial, é um lugar que desde que eu tive vontade de ir pra lá eu sabia era pra ser, porque quando eu prestei o vestibular, só prestei lá, em nenhum outro lugar.
L: Você foi com a certeza de passar. B: Eu prestei sabendo que eu ia! Sentia no meu coração. (...) Eu não tinha dúvida de curso, não tinha duvida de lugar, todo mundo sabe que eu estudava pra caramba, então eu tinha chance de passar em qualquer outra faculdade, mas eu não quis, porque eu queria ir pra Curitiba, até falei isso pra minha mãe! Então eu fui pra Curitiba com a certeza de que algo ia acontecer na minha vida. Tanto é que até hoje não consigo arredar o pé de lá, tô com o pé amarrado lá (o namorado da Brisa mora em Curitiba). Então, a melhor fase da minha vida foi minha faculdade, até hoje, foi a mais especial em todos os sentidos. As amizades que eu tinha se fortaleceram, novos laços foram construídos sobre aqueles, foi muito importante na minha vida. Até hoje parece que ainda tô fazendo faculdade (risos) L: Quando você chegou e falou “Quero fazer Cinema”, as pessoas não acreditavam muito. Mas mesmo assim, você não desistiu. B: Não desisti, porque eu decidi que ia fazer Cinema no 2º colegial. Antes eu queria muito fazer Arqueologia, mas aí eu conheci Cinema e disse “Nossa, vou fazer!”. Aí eu descobri que tinha faculdades públicas de Cinema e uma delas era em Curitiba, e aí eu vi que era só de Artes e pirei! Quando eu comuniquei meus pais, minha mãe, até hoje ela diz que quando eu tô triste, ela vira pra mim e fala “Eu quero que você guarde aquele brilho que você tinha no olhar quando você disse pra mim, na cozinha, que ia fazer Cinema. Seu olho brilhou de um jeito que, a hora que eu vi, eu sabia que você ia conseguir fazer tudo o que queria no Cinema, por mais difícil que fosse, por isso eu te apoiei”. L:Você tem várias produçõezinhas independentes, e uma delas está concorrendo a um prêmio atualmente. “Marilista”, fale um pouco dela pra gente. B: “Marilista” é um filme que eu fiz nesse ano de 2012 porque eu tava sentindo muita necessidade de fazer um filme. Eu tava sentindo necessidade de me expressar, me expressar no sentido de conversar comigo através de um filme. E surgiu um concurso aqui na cidade de Marília sobre um filme que falasse da cidade. Eu gostei porque me deu esse lance de fazer um filme que conversasse com a cidade, me deu essa ideia. Eu queria expressar o momento que eu tava passando. Estava me sentindo muito sozinha, e eu sentia que eu conversava com tudo, menos com as pessoas. Eu conversava comigo mesma, conversava com a TV, conversava com os ônibus, conversava com os carros enquanto eu andava, mas todas as vezes que eu conversava com as pessoas, as palavras não me diziam nada com nada do que eu precisava ouvir. Então, às vezes eu só chegava e um abraço dizia muito mais do que eu precisava ouvir. Quando eu precisava conversar, eu conversava com as coisas imateriais. Aí eu fiz um filme sobre isso, peguei meu irmão de personagem e coloquei ele pra falar o que eu queria dizer, que é falara sobre uma pessoa que vive dentro do seu mundo, e nesse mundo ele encontra dificuldade pra conversar com pessoas que são importantes pra ele, e por isso ele conversa com a cidade, e nas pessoas ele busca o carinho, porque é melhor um gesto de carinho do que ouvir coisas que não vão te ajudar, entendeu? L: É aquela de “um gesto vale mais do que mil palavras”. B: Vale mais. Aí esse filme trata disso. “Marilista” porque pra mim, as coisas mais importantes são as pequenas coisas, e o movimento minimalista é o movimento que trata das pequenas coisas, onde as pequenas coisas, os pequenos acordes, as menores coisas dizem mais coisas. Marilista se apega às pequenas coisas de Marília pra conseguir viver dia após dia. Por que Marília? Porque eu moro aqui, sempre morei aqui, trabalho em Marília, então eu vivia muito com a cidade, não com as pessoas, mas com tudo o que tem em Marília. E eu tava me comunicando muito com isso, chorando minhas tristezas pro passarinho que estava no chão, chorando minhas tristezas pra cadeira, e quando eu ia chorar as tristezas pras pessoas, não era bem recebida do jeito que eu queria. E no final do filme, vem a parte do poema de Marilia de Dirceu, que fala da cidade, da comunicação com a cidade, no qual ele fala pra cidade o quanto ela importa pra ele. No poema é pra uma mulher, mas eu transferi para a cidade. E é mais ou menos isso, a ideia do filme, é mais uma expressão autoral do que qualquer outra coisa, um filme experimental. L: Quando você viu a noticia na internet que seu filme tinha sido selecionado para o Curta Santos, se você pudesse definir o sentimento em uma palavra, qual seria? B:Gratificação. Me sinto grata porque, quando eu fiz o filme, não imaginei que ele fosse ser selecionado. Me sinto como se a vida devolvesse pra mim uma coisa boa que eu tentei fazer por ela. Me sinto grata por Deus ter me dado essa felicidade, é esse meu sentimento. “Filme é uma coisa que, quando tem que ser feito, ele é feito. (...) A pessoa tem o seu tempo pra fazer o seu filme, pra ter a sua ideia, não adianta fazer as coisas correndo. Filme que vem de dentro, ele tem que sair de você, você tem que contar isso pras pessoas.” Então, o que acham? Se quiserem conhecer mais da Brisa, é só acessar sua página no Facebook http://www.facebook.com/brisaverena ou: YouTube http://www.youtube.com/user/Ycul2 Aí vocês
Por Lana. Esse post você pode encontrar no Blog CandyLie Esse post já foi feito tem um bom tempo, antes do Oscar até, e fui deixando e diexando e deixando e nunca postei ele aqui também. Afinal de contas é MEU James Franco, certo?
Tudo que você Precisa Saber Sobre: James Franco O que a Wikipédia diz sobre ele: James Edward Franco, nasceu em Palo Alto, Califórnia, 19 de Abril de 1978 (32 aninhos de pura gostosura gente). O pai de Franco é de ascendência portuguesa e sueca e a sua mãe é judia, sendo descendente de imigrantes russos. - Ganhou o Golden Globe Award para Melhor Ator (minissérie ou filme) em televisão, por "James Dean" (2001). - Ganhou o prêmio "Stoner of the year" de 2009 concedido pela revista High Times, especiali-zada em cultura canábica.
O que eu digo sobre ele: James Franco, é um dos novos atores de Hollywood mais promissores dos próximos anos. E lindo muito lindo. Comecei a gostar dele depois que assistir “Milk” ali eu notei que realmente o cara tinha talento, era muito mais do que um sorriso de arrastar quarteirões.
O bonitão nunca pensou em levar a sério a vida de ator, fez cursos de teatro para superar a grande timidez que ele tinha (e diz ainda ter, tadinho – se ele sorrir daquele jeito pra mim e se dizer tímido eu morro.).
Franco, fez algumas pontas em filmes como “Nunca fui beijada” com Drew Barrymore e em séries também como Pacifc Blue(1997) . Mais sua grande oportunidade veio com o papel de um freak , Daniel Desario em Freaks and Geeks ( 1999) – um seriado passado nos anos 80 que narra a vida de Lindsay, cansada de ser uma Geeks, passa a andar com uns malucos da escola. Infelizmente Freaks And Geeks não durou muito tempo, apenas uma temporada com 18 episódios muito justo e bem feita. Hoje em dia essa série é sinônimo Cult e adorada entre vários jovens.
Abertura de Freaks And Geeks. . Logo após que o seriado Cult foi cancelado nosso queridinho fez o filme Correndo Atrás (2000) com Shane West e Marla Sokoloff. Uma comédia romântica que fez algum sucesso e Franco tornou-se um dos queridinhos das jovens americanas, arrancando suspiros por onde passava.
Depois desse filme, James Franco não embarcou em mais nenhum de outro sucesso, fazendo até filmes que seu nome não aparecia nem nos créditos finais. Alguns meses parados e sua carreira ficando morda, eis que abre uma porta, ele foi convidado para fazer o filme para a TV "James Dean"(2001)... Sua arrepiante encarnação do grande mito do cinema nesta produção do canal a cabo TNT fez com que Franco fosse coberto de elogios, críticas positivas e prêmios.
Franco como James Dean.
. Agora se mesmo assim você que está lendo esse post, não lembra exatamente onde foi a primeira vez que viu esse homem maravilhoso na televisão, te dou uma colher de chá. Em 2002 ele assinou contrato para fazer a franquia Homem – Aranha (1,2 e 3...), sendo o melhor amigo de Peter Paker, Harry Osborn, mesmo sendo um papel de apoio, ele conseguiu brilhar no filme. Mostra disso foram seus próximos passos – Ruas Selvagens (2002), Último Suspeito (2002), De corpo e Alma (2003).
Quando terminou Homem Aranha 2, James Franco, conseguiu por fim sua grande tacada no cinema, fez Tristão e Isolda (2006) e conseguiu o papel de Jake Huard em Annapolis, um jo-vem que sonha em ingressa na Academia Naval dos Estados Unidos.
James Franco como Jake Huard
Nota: Eu gostei muito de Annapolis, achei que Tristão e Isolda é bem mais a cara de Franco. Só que mesmo assim não estava convencida de que realmente ele era “o cara.”
Em 2008 ele fez um papel muito significativo em Noites de Tormenta, fazendo o filho de Richard Gere ( Paul Flanner), Mark Flanner . Foi um papel pequeno, mais de grande importância no filme.
Você pode até me achar maluca, estranha, seja o que for, mais o filme que me chamou muito atenção e que me tocou profundamente foi “Milk – a Voz da Igualdade”(2008). Dirigido pelo grande Gus Van Sant (Last Day e Elephant). Baseado em fatos reais, “Milk” conta a história de Harver Milk que foi o 1° homossexual eleito a um cargo público na Califórnia. O Filme se passa na década de 70 e mostra grande luta pela igualdade social dos homossexuais. O filme é lindo, tocante, é triste. Nota: existe também imagens no filme reais, filmadas em 1972 James Franco fez um papel super importante na trama, o namorado de Harver Milk, Scott Smith que entra de cabeça junto com ele nessa luta. Organizando a campanha de Milk nas eleições, boicotando até marca de cerveja. Ele está lindo no filme, de barba, cabelo comprido, aquele sorriso maroto lindo, lindo e ape-sar de um papel que parece sutil nos olhos de alguns, foi grande. Não é qualquer ator que faz um homossexual e tão bem feito como ele fez. Indiquei esse filme para muitas pessoas, mas a grande maioria tem um “pré-julgamento” tão cafona que não vê o lado importante, não só para os homossexuais, mais para uma sociedade.
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Em 2010 ele ainda fez uma participação em 30 Rock, atuou ao lado de Julia Roberts em Co-mer, Rezar e Amar – Acabei assistindo final de semana passado e não gostei do filme.
Mas a carreira do moço, agora sim tomou o rumo certo. Com 127 Horas, Franco recebeu apenas elogios, não levou o Oscar, mas a indicação já valeu poir si só. Sua atuação como Aron Ralston, um alpinista maluco que sai para se aventurar, sem avisar a família e acaba com seu braço preso em uma pedra, ficando ali por quase 5 dias, Aron só conseguiu sair de lá depois que amputou seu próprio braço com um canivete. O filme tem cenas fortes, agonizante em alguns aspectos – Aron conta as horas, minutos e segundos que ainda pode ficar vivo sem ter o que comer e beber.